quarta-feira, 26 de outubro de 2016

(07/10/2016) Minha Mamoplastia de Aumento Parte 1


          Falei um pouco sobre os meus sentimentos em relação a isso nesta postagem e não tenho muito mais a acrescentar porque foi simples assim mesmo. Nessa, vou falar sobre a parte prática.

          Por indicação de tias que são enfermeiras, cheguei ao Dr. Cláudio Sigemori e sua Clínica de Cirurgia Plástica em Bragança Paulista. Eu não queria fazer na capital por saber que a viagem de retorno poderia me machucar (e estava certíssima, pois os poucos minutos que levam de Bragança até aqui já foram penosos) e a outra opção era fazer aqui mesmo, mas as indicações eram melhores com ele. Ele também tem uma página no facebook com um mone de avaliações positivíssimas (4,8 de 5), o que me deixou ainda mais confiante.

02/08 Liguei para marcar a consulta, que foi marcada para o dia 12 de agosto, às 16:00. Me informaram que o valor era de R$500 e deveria ser pago em dinheiro ou em cheque no dia.

12/08 Cheguei, paguei e fui informada de que teria direito ao retorno por até 6 meses (algumas pessoas ainda não têm certeza mesmo depois da consulta e leva algum tempo para retornar).
          Com muita simpatia e calma, o Dr. Cláudio me explicou todos os detalhes e esclareceu dúvidas. Me mostrou as próteses, quais ficariam melhores para a minha altura e largura (eu queria algo mais natural, então, pedi sugestões) e ele me mostrou as de 350ml. Segundo ele, o melhor é colocar o máximo que puder que bata com meu biotipo, pois quando se coloca menos por medo de ficar grande demais, as chances de se arrepender é maior. Aparentemente, pela paciente não estar acostumada com uma mama grande, tudo parecerá grande demais a primeira vista, mas pouco tempo depois, quando se acostuma, se mostra pequena. Fui com um top de ginástica justamente para poder colocar a prótese pode dentro dele e ver mais ou menos como ficaria. Apesar de parecer mesmo grande demais, confiei nele e decidi por em torno de 350ml mesmo.
          Então ficou: modelo alto, em torno de 350ml, submuscular (que é colocado por trás do músculo, pois eu não tinha muito preenchimento, o que faria a prótese ficar exposta e artificial em caso de subglandular (google para ver a imagem), e introdução por baixo da mama.
          Ele repassou os valores, me pediu alguns exames e disse que assim que estivessem prontos, era para eu retornar para marcar a cirurgia.

Valores:
          R$1450 Internação e sala cirúrgica na Santa Casa de Bragança (em até 3x no cartão)
          R$3500 Cirurgião (em até 4x no cheque)
          R$1000 Anestesista (apenas à vista)
          R$200   Ajudante de Anestesista (apenas à vista)
          R$2200 Prótese (preferi à vista, o valor à prazo era de R$2500 em 3x)

26/08 Retornei com os exames e a cirurgia foi marcada para o dia 07/10 às 08:00 (poderia ter sido antes, mas ele sairia de férias em setembro). Eu poderia ter alta entre a noite do mesmo dia ou manhã do dia seguinte, mas optei por dormir no hospital para garantir mais tempo de conforto, cuidados especializados e medicamento na veia, já que eu não sabia o quanto ficaria debilitada.
          Recebi R$500 de desconto pelo valor da consulta, fechando em R$7850. Eu tinha R$4000 em mãos e cobri a vista o que só poderia ser à vista e a prótese, já que teria desconto. Combinei com meus pais deles emprestarem a parte à prazo e eu iria pagando como desse com o tempo.
          O pagamento do cirurgião e da prótese deveria ser feito na clínica dele três dias antes da cirurgia e o restante, no hospital, pouco antes da internação.

07/10 Meus pais me levaram até a Santa Casa, dei entrada na internação às 07:00 e minha mãe permaneceu comigo. O combinado era dela ficar comigo até de noite e o Bira passar a noite, madrugada e me levar de volta.
          O quarto me pareceu muito bom. Extremamente limpo, espaçoso e com móveis confortáveis para os acompanhantes poderem dormir.
          Assim que cheguei, já recebi instruções de uma enfermeira e me preparei.
          Às 07:40 um enfermeiro veio me buscar com uma maca. Esperei na maca por uns 10 minutos e entrei na sala de cirurgia. Logo, dois anestesistas entraram, se apresentaram e começaram a fazer piadas para me descontrair. Eu já estava tranquilíssima, então, só fiquei rindo feito tonta. O médico entrou logo depois, pediu para eu abaixar o avental hospitalar e começou a fazer as medições com uma canetinha e uma régua. Confirmou se eu queria mesmo os 350ml e foi decidido colocar 325ml no lado esquerdo, que era maior, e 350ml no direito para balancear e ficar simétrico. Deitei na mesa cirúrgica e só lembro de acordar toda tremendo de frio já no quarto, sendo colocada na cama. Acho que nunca senti tanta dor.
          O efeito da anestesia passou completamente mais ou menos uma hora depois e minha mãe disse que foi bem rápido, que eu já cheguei no quarto antes das 10:00. Apesar da dor e da sensação estranha de ter o tórax sendo comprimido por causa da pressão das próteses, eu só conseguia pensar em comer, ou seja, eu já estava bem e voltando ao meu normal. Nunca comi tanto na última década como nas últimas semanas!
          Como não tinha muito mais a fotografar, pedi para a minha mãe tirar fotos das refeições, para mostrar mais ou menos como foi o tratamento. As enfermeiras foram todas muito gentis comigo e me deixaram à vontade para pedir mais comida sempre que eu quisesse, tanto, que eu pedi um café à mais depois do jantar e ele veio com o dobro de bolachas para eu sobreviver de madrugada.
          No final da tarde o médico veio me avaliar, passar instruções e dar alta. Eu preferi ficar até o dia seguinte e fiz muito certo, porque simplesmente não conseguia mexer da cintura para cima sem sentir muita dor. Não dava para mexer os braços! Até respirar era horrível (meus anos lidando com asma me ajudaram a respirar curtinho e com calma sem me desesperar). Precisava da minha mãe e da enfermeira me movendo e a cama eletrônica foi essencial para o meu conforto, já que não dá para dormir deitada. Levantar para ir ao banheiro ou dar uma andadinha (que é necessária) nunca foi tão difícil.

08/10 Por volta do meio dia, pedi para me darem algum analgésico bem forte para aguentar a viagem de volta e fui. A viagem foi bem dolorida, mesmo bom o Bira tentando ir o mais devagar e cuidadosamente possível.

          Tirei a foto do ''antes'' antes de sair para o hospital e a do ''depois'' assim que cheguei em casa, por isso ainda está com as marcações. Que diferença!
          Posso adiantar que estou bem feliz mesmo estando ainda longe do ''formato final'', mas esse review e os detalhes de como foi a recuperação, eu vou passar daqui um tempo, quando terminar o período de recuperação.





Santa Casa de Misericórdia de Bragança Paulista - Bragança Paulista / SP

6 comentários:

  1. Amei a tag de gastronomia no post.
    Que ótimo que vc tá contente com o resultado, tá lindo mesmo! Já comprou aquele creminho amigo anti estrias, né?

    Boa recuperação e quado o resultado final ficar pronto amostra as teta HAUSHDUASHDUADUSHDUASDUH
    (Desculpa, não poderia perder a piada)

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    1. Tinha que ver quando a recepcionista da Santa Casa terminou de fazer a ficha e me perguntou se eu tinha alguma dúvida: "Vocês servem quantas refeições por dia?" XD

      Eu comprei o óleo antiestrias da Nívea e também passo o Creme Soft também da Nívea. Espero que seja suficiente. Vou passar review disse daqui uns meses.

      Pode deixar AHUSHFUAHSUHF

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  2. Você está com peritus máximus! Ficou ótimo! Eu tenho essa ideia de que se eu já gosto dos meus peitinhos agora imagine se eles fossem grandes! Eu ia ficar abraçando eles o tempo todo 😆

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    1. Oi, Bruna! Que saudade <3

      Obrigada ^^ É exatamente o que eu pensava e exatamente o que faço às vezes XD Me olho no espelho e pensava "se já to gata agora, imagina depois'', e agora ''porra, mas ficou da hora mesmo!'' XD

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